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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Consciência Fonológica ll
Existe forte relação entre a consciência fonológica e o aprendizado da leitura e escrita, Existem dois níveis dessa habilidade, segundo a fonoaudióloga Lílian Nascimento: a consciência de que a língua oral pode se segmentar em unidades e a consciência de que essas unidades se repetem em diferentes palavras faladas. Segundo o texto, a consciência sintática é a capacidade de segmentar a frase em palavras e organizá-las numa seqüência com sentido e a consciência silábica é a capacidade de dividir palavras em sílabas. Já a consciência fonêmica, última que a criança tende a adquirir, é a capacidade de analisar os fonemas e de relacionar esses fonemas com as letras que os representam.Conforme o power point Consciência fonológica, Princípio básicos, avaliação e intervenção de Rosangela Marostega Santos, a consciência fonológica é o conhecimento acerca da estrutura sonora da linguagem e se desenvolve mediante contato com a linguagem oral, envolve a manipulação oral e auditiva dos sons da fala, independente do seu significado. A consciência fonológica é a habilidade em analisar, explicitamente, a fala em seus componentes fonológicos, ela é parte integrante da metalinguagem. Para desenvolver a consciência fonológica atividades que levem a criança a perceber que as frases variam em número de palavras, bem como atividades de rima são bastante interessantes !
Consciência Fonológica
Toda criança desde pequena já possui a intenção de escrever, às vezes só com desenhos e algumas vezes com algumas palavras ou letras soltas. O estímulo da família é de grande importância nesta fase de desenvolvimento da escrita. No texto: "Consciência Fonológica:o que é? para que serve e qual sua relação com o aprendizado da leitura e da escrita?, posso dizer que a consciência fonológica é a capacidade de analisar os fonemas e de relacionar esses fonemas com as "letras", e essa capacidade é a última que a criança tende a adquirir. Quando a criança consegue fazer esta relação "fala/escrita", ela começa a entender o processo de leitura e escrita. No texto, uma parte, chama a atenção: "Pesquisas das últimas décadas apontam que a criança formula hipóteses e constrói conhecimentos ao se familiarizar com as formas de escrita do dia-a-dia e ao refletir, com o professor, sobre a natureza e o funcionamento da língua escrita". Realmente acredito e noto na sala de aula que os alunos quando estimulados formam hipóteses e constroem conhecimentos, pois quando realizo a atividade de escrita espontânea é um momento onde eles estão criando hipóteses para escrever sozinhos, como por exemplo, quando um aluno tenta escrever: ERRA UA VEIS UM HATIO( ERA UMA VEZ UM GATINHO),é ai que devo mediar sua manifestação, destacando possíveis interferências na sua produção, desafiando-o e fazendo-o trocar ideias até concluir e avançar no seu processo fonológico.
sábado, 9 de janeiro de 2010
ANALISANDO UMA NARRATIVA
Na atividade de analisar uma narrrativa foi possível compreender como se desenvolve o pensamento de uma criança. Segundo Ana Paula Stahlschmidt: “Trata-se de uma área de experiência em que os pequenos podem brincar com a realidade, em que dão um sentido pessoal aos elementos do ambiente e os elaboram à sua maneira para com eles poder lidar.".
Estimular a oralidade, as narrativas é de grande importância para o desenvolvimento cognitivo da criança, pois envolve a memória, expressões orais gestuais, a criatividade, diálogos mais argumentativos e a imaginação, fazendo-a trazer para a sua realidade, suas invenções, trazendo fatos de suas vivências para sua história. A oralidade deve ser incentivada com a finalidade de aperfeiçoar a expressão oral, fazer distinção do real e imaginário e desenvolver a criatividade.
Como diz no texto de Thaís Gurgel: “A criança brinca com sua realidade...É saudável a criança misturar realidade e ficção.
Estimular a oralidade, as narrativas é de grande importância para o desenvolvimento cognitivo da criança, pois envolve a memória, expressões orais gestuais, a criatividade, diálogos mais argumentativos e a imaginação, fazendo-a trazer para a sua realidade, suas invenções, trazendo fatos de suas vivências para sua história. A oralidade deve ser incentivada com a finalidade de aperfeiçoar a expressão oral, fazer distinção do real e imaginário e desenvolver a criatividade.
Como diz no texto de Thaís Gurgel: “A criança brinca com sua realidade...É saudável a criança misturar realidade e ficção.
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